Em alguns outros assuntos se sobrepõem à temática ciência como na matéria veiculada no Estadão que faz uma analogia com a descoberta de uma nova espécie de sapo e o ábum "The Dark Side of The Moon" da banda Pink Floyd.
A notícia foi postada na íntegra:
Pink Floyd inspira nome científico de nova espécie de sapo descoberta em MG
Anfíbio encontrado por pesquisadores da UFV na Serra do Brigadeiro foi batizado de 'Brachycephalus darkside'
22 Maio 2017 | 11h45
BELO HORIZONTE - A banda inglesa Pink Floyd inspirou o nome científico dado a uma espécie de sapo descoberta por uma equipe de pesquisadores da Universidade Federal de Viçosa (UFV), na Serra do Brigadeiro, na Zona da Mata, em Minas Gerais. Em homenagem ao álbum The Dark Side of the Moon, lançado pelo grupo em 1973, a espécie foi batizada de Brachycephalus darkside.
Segundo a UFV, na pesquisa, foi observada 'uma musculatura interna muito escura no sapinho, jamais observada e descrita em outras espécies' Foto: Universidade Federal de Viçosa
Segundo informações da universidade, na pesquisa, foi observada "uma musculatura interna muito escura no sapinho, jamais observada e descrita em outras espécies".
Além da cor do tecido, a identificação dos hábitos do sapo mostrou que o animal normalmente permanece escondido em camadas de folhas no solo ou enterrado em raízes. Porém, ao contrário de outros anfíbios, é mais ativo durante o dia.
* Nesta notícia a informação principal é o nome que se deu ao sapo que faz uma referência ao álbum da banda Pink Floyd.
As informações mais relevantes sobre a descoberta foram subtraídas e simplesmente prevaleceu o nome que foi dado a nova espécie.
Nenhum pesquisador foi entrevistado para falar sobre a descoberta e os avanços que ela representa, portanto o assunto foi publicado como uma curiosidade e não obteve aprofundamentos característicos de uma matéria jornalística, onde são aplicadas estratégias divulgativas, como variação, redução e expansão no processo linguístico-discursivo.
![]() |
| Notícia publicada no site da UFV |
O estudo de mapeamento visa acelerar iniciativas de conservação e a busca de soluções inovadoras para a crise climática. O objetivo é que os caminhos traçados se tornem áreas delimitadas e definidas como de alta prioridade. Caso o projeto se concretize, serão recuperadas com mata nativa para movimentação de espécies e fluxo gênicos.
O objetivo final é chegar a uma proposta de conservação e uso sustentável de cerca de 50% do planeta, considerando a necessidade de assegurar a integridade da biosfera em face do crescimento acelerado da população mundial.



Comentários
Postar um comentário